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Moçambique e a AMB lamentam a morte de Dr. Mário Machungo

mariomachungoA Direcção e Membros Associados da Associação Moçambicana de Bancos (AMB) lamentam com profunda tristeza e consternação o falecimento do Senhor Dr. Mário Fernandes da Graça Machungo, antigo Presidente da Direcção desta associação, ocorrido no dia 17/02/2020, em Portugal, vítima de doença, cujo funeral teve lugar no dia 24/02/2020.

Perante um Funeral Oficial de Estado dirigido pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, diversas entidades nacionais e estrangeiras renderam homenagem ao Dr. Mário Mário Machungo que, para além da actividade política no Governo Moçambicano onde, entre outros cargos governamentais desempenhou a função de Primeiro-Ministro (1986-1994), se empenhou nas actividades económico-financeiras do país, em geral e da AMB, em particular, sob signo de inovação, desenvolvimento e inclusão.

Usando o vasto conhecimento e experiência de gestor exímio, Dr Mário Machungo desempenhou com zelo e dedicação as funções de Presidente da Direcção para dinamizar e galvanizar a actividade da AMB e melhorar a sua interacção com as entidades governamentais e reguladoras, congéneres da região e dos países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Durante o seu consulado, Dr. Mário Machungo dedicou especial atenção à educação e inclusão financeira, em particular, o papel reservado a AMB no âmbito de implementação da Estratégia Nacional de Inclusão Financeira, o que reflectia a sua preocupação especial para com a temática da bancarização dos segmentos menos favoráveis e de baixa renda, bem assim, a educação e literacia financeira. Foi na sua liderança que a AMB criou o seu portal digital e boletim informativo AMBNewsletter de edição trimestral de conteúdos informativos e educativos sobre o sector financeiro, veículos de opiniões de especialistas relevantes da indústria financeira sobre temáticas da economia e do sector financeiro.

Devido ao seu carisma e conhecimento peculiar do país económico real e do sector financeiro, em particular, Dr Mário Machungo, enquanto Presidente da Direcção da AMB elevou o perfil da Associação, tornando-a um convidado incontornável nos fóruns de debate sobre a matéria económica-financeira.

A Direcção da AMB e os seus membros manifestam a profunda solidariedade a família enlutada e garante que continuará seguindo os seus ensinamento e boas práticas que o Dr. Mário machongo disseminou ao longo do seu mandato na liderança da AMB.

Benjamim Marcos Chabualo, Assessor de Comunicação e Imagem da AMB

FMI elogia a recuperação do país pós ciclones Idai e Kenneth

fmi20201O Director Geral-adjunto do Fundo Monetário Internacional FMI, Tao Zhang, manifestou a sua satisfação pela recuperação de Moçambique dos efeitos dos ciclones tropicais Idai e Kenneth que assolaram o país no ano de 2019.

Segundo o Comunicado de Imprensa emitido pelo FMI no final da primeira visita a Moçambique Tao Zhang, 8 a 11 de Fevereiro de 2020, para que o crescimento acelere ainda mais e se torne mais inclusivo, é importante que as políticas económicas permaneçam prudentes e as reformas continuem. Isso incluiria acções para fortalecer a boa governação e a transparência, abordar as vulnerabilidades climáticas e alcançar os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável.

Para o FMI, o sector de Gás Natural Liquefeito (GNL) em desenvolvimento no norte de Moçambique tem um potencial considerável e, dadas as políticas e salvaguardas apropriadas, poderia tirar milhões de pessoas da pobreza. Também ajudará a reduzir os gases de efeito estufa, embora os combustíveis de emissão zero sejam finalmente necessários na luta contra as mudanças climáticas.

O FMI comunicou que está pronto para fortalecer ainda mais sua colaboração com as autoridades moçambicanas e ajudar a avançar sua agenda de reformas.

Durante sua visita, Tao Zhang manteve encontro com o Presidente da República Filipe Nyusi, com os Ministros da Economia e Finanças Adriano Maleiane, do Recursos Minerais Max Tonela, com o Governador do Banco de Moçambique Rogério Zandamela entre outros altos funcionários e representantes do sector privado, sociedade civil e comunidade internacional.

Além disso, Zhang visitou um projecto de recuperação e resiliência à seca na área rural de Matutuíne, financiada pelo Banco Africano de Desenvolvimento e um abrigo para idosos vulneráveis ​​em Maputo.

Reino Unido anuncia financiamento de USD 83,6 milhões para Moçambique

dolaramericanoO Governo do Reino Unido comprometeu-se, no âmbito da cimeira com África, que de decorreu nos dias 20 e 21 de Janeiro de 2020, em londres, a financiar, com 83,6 milhões de dólares, o empoderamento económico das mulheres em Moçambique, aumentar o acesso à energia doméstica e comercial e apoiar o sector agrícola. O país vai ainda beneficiar de parte dos 261 milhões de dólares destinados à Africa Austral, para reduzir as barreiras ao comércio e aumentar o investimento.

Na cimeira em que o país esteve representado ao mais alto nível pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, acordou-se “novas parcerias duradouras” entre o Reino Unido e os países africanos para gerar mais investimentos, empregos e crescimento.

Em Moçambique, o Reino Unido vai injectar 2,6 milhões de dólares para “elevar, significativamente, o trabalho sobre o empoderamento económico das mulheres”. O fundo destina-se a “expandir o trabalho”, segundo um comunicado do Alto Comissariado Britânico em Maputo, enviado ao “O País”.

O documento refere, também, que operações similares serão feitas noutros países da região Austral, “incluindo o fortalecimento das relações com parceiros do sector público, sociedade civil e sector privado”.

Para aumentar o acesso à energia doméstica e comercial, através da inovação e investimento do sector privado, o Reino Unido anunciou um novo programa igualmente para Moçambique, orçado em cerca de 28,7 milhões de dólares.

Outros 52,3 milhões de dólares serão desembolsado a favor do país com vista a “ampliar o apoio ao sector agrícola nos próximos cinco anos”.

“O financiamento melhorará a participação do sector privado em áreas selecionadas da agricultura para promover maior resiliência climática, além de estimular o crescimento sectorial e a transformação da economia de Moçambique”, explica a nota do Alto Comissariado Britânico em Maputo.

O Reino Unido vai disponibilizar outros cerca de 261 milhões de dólares, em sete anos, para a ajudar a África Austral a “aumentar os fluxos comerciais intra-africanos, reduzir as barreiras ao comércio e aumentar o investimento”.  

Mais de mil pessoas participaram da cimeira, incluindo chefes de estado e ministros de governos africanos, CEOs e representantes seniores de empresas africanas e britânicas, investidores institucionais, organizações internacionais, instituições financeiras e sociedade civil.

A declaração feita depois do encontro diz que o Reino Unido vai alargar a sua “plataforma de aprofundamento do sector financeiro” para apoiar 45 países africanos, incluindo Moçambique, com vista a “aumentar a atractividade de seus sistemas financeiros para investidores”.

Durante a cimeira, falou-se do “extraordinário dinamismo e inovação das empresas africanas”, sendo que “oito das 15 economias que mais crescem estão na África”.
Deste modo, projecta-se que, em 2050, “mais de um em cada quatro consumidores globais serão africano”, de acordo com o comunicado Alto Comissariado Britânico em Maputo. In “O País” 23/01/2020

Filipe Nyusi focado para a estabilidade macroeconómica e financeira e anuncia a criação do Fundo Soberano

prfilipenyusiinvestO Presidente da República, Filipe Nyusi disse que no presente mandato vai continuar empenhado em consolidar a estabilidade macroeconómica e financeira, através de acções que concorram para uma inflação baixa e estável e para a promoção de um sector financeiro robusto e preparado para os desafios do futuro.

No seu discurso inaugura do dia 15 de Janeiro corrente, após a sua investidura para o seu segundo mandato de Presidente de Moçambique (2020 – 2024), Filipe Nyusi disse que ao colocar o combate à inflação como uma das prioridades do novo governo, pretende-se continuar a criar um ambiente que favoreça a atracção do investimento directo nacional e estrangeiro. E pretende, sobretudo, reduzir o custo de vida dos cidadãos, em particular, os que têm rendimentos mais baixos.

Assegurou que vai continuar a implementar políticas macroeconómicas prudentes, em particular na gestão da despesa e da dívida pública, aprimorando os mecanismos de monitoria, supervisão e gestão do risco fiscal e estabilidade do Metical.

Prometeu ainda que o diálogo com os credores será inevitável, com vista a reforçar a confiança do país junto dos parceiros de cooperação para o desenvolvimento e dos mercados financeiros nacionais e internacionais.

Em perspectiva de exploração de hidrocarbonetos na bacia de Rovuma, Filipe Nyusi disse que o Governo está a considerar para este ciclo de governação, a criação do Fundo Soberanoque, para além de constituir um instrumento de poupança financeira para as gerações presentes e futuras, poderá ajudar a proteger a economia do impacto da flutuação dos preços das matérias-primas no mercado internacional.

Para o executivo de Filipe Nyusi, o Fundo Soberano poderá apoiar nos esforços de diversificação da nossa economia, através da canalização de recursos para o desenvolvimento dos sectores não tradicionais, com destaque para o sector agrário e a industrialização que emprega a maioria da nossa população.

O modelo do Fundo Soberano que se pretende criar deverá ter como base as receitas provenientes da exploração dos recursos minerais.

“Não queremos que este Fundo possa constituir uma fonte de desvios e de enriquecimento ilícito. Por isso, não avançaremos sem garantir a prevalência dos princípios de boa governação, transparência, responsabilização, independência, assente num quadro legal moderno, que permite que a população acompanhe e se sinta dona dos recursos”, frisou Filipe Nyusi.

Refira-se que está em curso no país, desde 2019, um debate sobre modelos de criação do fundo soberano, liderado pelo Banco de Moçambique.

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