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AMB lança Pesquisa do Sector Bancário Edição 2020

BankingSurvey2020vCapaA Associação Moçambicana de Bancos (AMB) em parceria com a KPMG lançou no dia 23 de Dezembro corrente, a “Pesquisa do Sector Bancário Edição 2020”, referente ao exercício de 2019.

A “Pesquisa sobre o Sector Bancário Edição 2020” é uma informação sobre o comportamento dos principais indicadores agregados do Setor Bancário em Moçambique, dos bancos filiados na AMB, nomeadamente sobre solidez, dimensão, rentabilidade, qualidade creditícia e capital.

De forma agregada, faz interpretação dos principais indicadores macroeconómicos nacionais, regionais e internacionais, destacando os principais determinantes das condições económicas nacionais e internacionais durante o ano económico de 2019.

Um facto relevante que marcou a economia em 2019, foram os ciclones Idai e Kenneth,nas zonas Centro e Norte de Moçambique, com impacto nas populações e na atividade económica.

Apesar destes eventos, que tiveram impacto significativo desfavorável para Sector Bancário, a pesquisa conclui que foi registado crescimento, quando comparado com ano anterior - de 2018 e 2019 – dando evidência dos aumentos em: Ativo em 10%; Empréstimos e Adiantamento em 2%; Depósitos em 12%; Novas Agencias em 20 unidades, passando para 706; e ATM em 23 unidades, passando para 1813.

Devido às medidas restritivas no âmbito da pandemia da Covid-19, diferentemente das edições anteriores, não se realizou a habitual cerimónia pública de lançamento.

Agostinho Vuma reeleito presidente da CTA

vumareeleitoAgostinho Vuma foi reeleito hoje (17/12/2020) Presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), para o segundo mandato (agora de 4 anos), com 68 votos (59%) contra votos 47 (41%) de Alválvaro Massingue.

Participaram no acto eleitoral 115 membros, entre associações, federações e câmaras.

Constituída em 1996, a CTA é uma organização económica não-governamental, cuja missão é contribuir para o desenvolvimento económico e social de Moçambique, baseado no crescimento do Sector Privado promovendo e protegendo as oportunidades de negócios e iniciativas privadas, cultura e o associativismo empresariais.

A CTA congrega cerca de 140 membros entre Federações Sectoriais, Câmaras de Comércios e Associações Económicas, incluindo a Associação Moçambicana de Bancos (AMB), e está representada em todo o território nacional e sectores de actividade económicos.

Banco de Moçambique mantem a Taxa de Juro de Política Monetária em 10,25%

metical262018O Comité de Política Monetária (CPMO) do Banco de Moçambique (BM) decidiu manter a taxa de juro de política monetária, taxa MIMO, em 10,25%. A decisão é justificada pela manutenção das perspectivas de aceleração dos preços no médio prazo, associadas a elevados riscos e incertezas, num contexto em que se prevê uma retoma lenta da actividade económica em 2021. O CPMO reitera que a mitigação dos riscos prevalecentes e a promoção de um crescimento sustentável e inclusivo requerem o aprofundamento de medidas estruturais.

De acordo com o comunicado de imprensa do BM, o CPMO decidiu, igualmente, manter as taxas de juro da Facilidade Permanente de Depósito (FPD) e da Facilidade Permanente de Cedência (FPC) em 7,25% e 13,25%, respectivamente, bem como os coeficientes de Reservas Obrigatórias (RO) para os passivos em moeda nacional e em moeda estrangeira em 11,50% e 34,50%, respectivamente.

Mantêm-se as previsões de aceleração da inflação para o curto e médio prazo, situando-se, ainda assim, em um dígito. A inflação anual aumentou pelo terceiro mês consecutivo, tendo passado para 3,27% em Novembro, após 3,20% em Outubro. Para 2021, mantém-se a previsão de um incremento dos preços domésticos, a reflectir, essencialmente, o efeito do término da vigência de parte das medidas de contenção de preços decretadas pelo Governo, no âmbito da COVID-19 e a tendência para o aumento dos preços dos alimentos no mercado internacional, para além da recuperação gradual da procura por bens e serviços. No entanto, o prolongamento da isenção do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) sobre bens essenciais até 2023 poderá atenuar a inflação, fazendo com que este indicador permaneça na banda de um dígito, em linha com as expectativas dos agentes económicos inquiridos na primeira quinzena de Dezembro de 2020.

Estima-se uma menor contracção da actividade económica em 2020, seguida por uma retoma lenta em 2021. Após uma queda significativa do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre de 2020 (-3,25%), o PIB real contraiu, em termos anuais, em 1,10% no terceiro trimestre, antevendo-se uma menor queda da actividade económica em 2020. Para 2021, espera-se um crescimento positivo da economia, embora lento, estimulado pelas actividades de implantação dos projectos de exploração de gás, e pela tendência para a recuperação da procura externa, em face da descoberta da vacina contra a COVID-19.

Um crescimento sólido e sustentável da actividade económica requer o aprofundamento de reformas estruturantes. Tendo em conta os limites dos efeitos da política monetária, o CPMO reitera que o alcance de um crescimento sustentável e inclusivo no médio prazo, requer o concurso de outras políticas económicas, bem assim o aprofundamento de medidas estruturantes que visem assegurar o fortalecimento das instituições, a melhoria do ambiente de negócios, a atracção de investimentos e a criação de empregos.

O mercado cambial continua com níveis adequados de divisas. Desde o início do ano, o sistema bancário comprou divisas no mercado cambial doméstico no valor de USD 5.019 milhões, contra vendas de USD 4.947 milhões, resultando em compras líquidas de USD 72 milhões. Adicionalmente, o saldo de reservas internacionais brutas mantém-se em níveis confortáveis, situando-se em USD 3.893 milhões, suficientes para cobrir mais de 6 meses de importações de bens e serviços. Contudo, o Metical continuou a depreciar, mas a ritmos decrescentes, reflectindo riscos e incertezas prevalecentes na economia doméstica.

Mantém-se a pressão sobre as finanças públicas. As despesas relacionadas com a defesa e segurança e com o apoio social às populações afectadas pela instabilidade militar nas zonas centro e norte do país, bem como os eventuais gastos decorrentes dos efeitos dos choques climáticos e da logística para a administração da vacina contra a COVID-19, aumentam as preocupações quanto à postura fiscal para 2021. Perspectiva-se que o Estado continue a recorrer ao financiamento interno do défice, em face dos desafios com que a maior parte dos parceiros de cooperação se debate no âmbito da pandemia. Desde o último CPMO, a dívida pública interna, excluindo contratos de mútuo e de locação e as responsabilidades em mora, aumentou de 174.638 milhões de meticais para 182.325 milhões de meticais.

Para o curto e médio prazo, os riscos e incertezas associados às projecções de inflação permanecem elevados. Desde o último CPMO, os riscos e incertezas mantiveram-se elevados, destacando-se, na conjuntura doméstica, o prolongamento dos conflitos militares nas zonas centro e norte do país, as preocupações em torno da evolução da pandemia da COVID-19 e o seu impacto na economia, bem como a probabilidade de ocorrência de chuvas acima do normal nas regiões centro e sul do país. A nível externo, realça-se a volatilidade dos preços das principais mercadorias.

A próxima reunião ordinária do CPMO está agendada para o dia 27 de Janeiro de 2021.

Banco de Moçambique e a Cooperação Financeira Alemã assinam acordo de apoio financeiro em EUR 17.500.000


euroO Banco de Moçambique (BM) e a Cooperação Financeira Alemã, através do KfW – Banco Alemão de Desenvolvimento, celebraram, dia 15 de Dezembro corrente, na cidade de Maputo, contratos de implementação para diversos projectos num valor total de EUR 17.500.000

De acordo com um comunicado de imprensa enviado pelo BM à imprensa, o acordo de implementação assinado integra os seguintes projectos. Donativo para apoio de emergência no âmbito da COVID-19 para micro, pequenas e médias empresas (MPME), no valor de EUR 6.000.000; Linha de crédito para MPME e finanças agrícolas (EUR 9.000.000); e Assistência técnica para instituições financeiras e MPME (EUR 2.500.000).

O mecanismo de subvenção de emergência da COVID-19, no valor de 6 milhões de euros, em moeda local, não reembolsável, para as MPME afectadas pela pandemia, tem o objectivo de mitigar o seu impacto e ajudar as MPME a sobreviverem. Os recursos serão canalizados através do BM e instituições financeiras nacionais, e visam apoiar as MPME especificamente a cobrir necessidades decorrentes do fluxo de caixa, incluindo, mas não se limitando a, pagamentos de salários e outros custos fixos durante a pandemia.

A linha de crédito para MPME e finanças agrícolas, no valor global de 9 milhões de euros, fornecerá financiamento de longo prazo em moeda local com termos e condições economicamente sustentáveis. Os fundos ajudarão as MPME a financiarem os investimentos necessários após a pandemia para permitir a reconstrução ou o crescimento da actividade empresarial.

O contrato de assistência técnica, no valor de 2.5 milhões de euros, irá beneficiar as instituições financeiras participantes na linha de crédito para as MPME e finanças agrícolas, bem como potenciais beneficiários das linhas de crédito do BM financiados através da Cooperação Financeira Alemã, através do KfW, para conferir maior rigor, transparência e fiabilidade da informação no processo de avaliação e monitoria.

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