https://www.viagrageneriquefr24.com/combien-coute-le-viagra-en-belgique/

Decididos USD 25 mil Milhões do investimento em gás capaz de transformar Moçambique

gas.jpjO consórcio da Área 1, liderado pela petrolífera Anadarko que vai ceder a posição à francesa Total até final do ano, prevê um investimento em infra-estruturas de 25 mil milhões de dólares americanos, equivalente a duas vez do PIB.

O anúncio da decisão final foi feito no dia 18 de Junho de 2019, véspera da Cimeira Estados Unidos da América (EUA) – África, numa cerimónia que contou com a presença do Presidente da República, Filipe Nyusi, da Secretária de Estado adjunta do Comércio dos EUA, Karen Kelley, de chefes de Estado vizinhos de Moçambique, o presidente do Zimbabué, Emmerson Mnangagwa e o rei Mswati III de Essuatini, entre outras individualidades.

O empreendimento de extracção, liquefacção e exportação marítima de gás natural deve entrar em funcionamento em 2024.

Para Filipe Nyusi, a cerimónia de anúncio da decisão assinalou um legado para as gerações vindouras onde “o presente encontra-se com o futuro num caminho” de exploração de criação de riqueza que “deverá alavancar Moçambique na região e no mundo”

As obras relacionadas com o projecto dão origem a 4.500 postos de trabalho para moçambicanos, 40% dos quais do distrito de Palma, onde vão ser implantados os projectos de exploração de gás natural, e estão a gerar oportunidades para as empresas do país.

A petrolífera Anadarko lidera o consórcio com 26,5% e o grupo que explora a Área 1 é constituído ainda pela japonesa Mitsui (20%) e a petrolífera estatal moçambicana ENH (15%), cabendo participações menores à indiana ONGC (10%), à sua participada Beas (10%), à Bharat Petro Resources (10%) e à tailandesa PTTEP (8,5%).

Além do consórcio da Área 1 um outro liderado pela Exxon Mobil e Eni (e que a portuguesa Galp tem uma participação de 10%) vai explorar a vizinha Área 4, na mesma bacia do Rovuma, a partir de 2022.

O cenário é promissor para Moçambique: no conjunto das duas áreas o país espera cerca de 95 mil milhões de dólares nos próximos 25 anos em receitas, mais de seis vezes o valor do PIB actual, de acordo com números do Governo.

 

EUA destacam investimento em gás em Moçambique como o maior da história de África

O projecto de gás natural da Área 1 do Rovuma "suporta o maior investimento da história do continente africano" e com poder para "transformar Moçambique", disse a secretária de Estado adjunta do comércio dos EUA.

O investimento vai trazer "benefícios nunca vistos" para o país, referiu Karen Kelley, membro da administração norte-americana, durante a cerimónia de anúncio da decisão final de investimento do consórcio de exploração de gás natural da Área 1 da bacia do Rovuma.

A petrolífera que lidera o investimento é a norte-americana Anadarko. Uma outra petrolífera norte-americana, a Exxon Mobil, lidera o outro consórcio de exploração das reservas de gás do Rovuma, na Área 4, a par com a italiana Eni - consórcio que este ano deverá anunciar também uma decisão final de investimento de dimensão semelhante.

Além da Anadarko, que lidera o consórcio com 26,5%, o grupo que explora a Área 1 é constituído pela japonesa Mitsui (20%) e a petrolífera estatal moçambicana ENH (15%), cabendo participações menores à indiana ONGC (10%), à sua participada Beas (10%), à Bharat Petro Resources (10%) e à tailandesa PTTEP (8,5%).

A Anadarko deve ceder a liderança do consórcio à francesa Total até final do ano, depois de ser comprada - processo ainda em curso - por outra petrolífera dos EUA, a Ocidental, que por sua vez celebrou um acordo para venda dos activos em África.

A primeira decisão final de investimento para exploração de gás natural das gigantescas reservas da bacia do Rovuma, no norte de Moçambique, foi anunciada há dois anos pelo consórcio da Área 4: trata-se de um projecto mais pequeno baseado numa plataforma flutuante que deverá começar a operar em 2022.

A plataforma deverá produzir 3,4 milhões de toneladas por ano (mtpa) de gás natural liquefeito, enquanto a fábrica da Área 1, o investimento ontem anunciado, deve chegar aos 12,8 mtpa e o projecto a instalar na mesma península (Afungi, Palma) pela Área 4 (anúncio previsto ainda para este ano) deve rondar 15 mtpa

Moçambique recebe 3 mil milhões em receitas da Área 1 a partir de 2030

A consultora Wood Mackenzie estima que só as receitas do projecto de gás natural aprovado no dia 18 de Junho do ano em curso, vão, em dez anos, valer 3 mil milhões de dólares anualmente, duplicando a totalidade do montante total actual.

A fonte citada pela Lusa, acredita que, a partir do início da década de 2030, as receitas estatais do projecto Mozambique LNG vão chegar a 3 mil milhões de dólares (mais de 2,6 mil milhões de euros) por ano, duplicando, por si só, as receitas actuais calculadas pelo Fundo Monetário Internacional e pelo Banco Mundial.

Comentando os projectos de gás natural em Moçambique, o analista Jon Lawrence disse que a Decisão Final de Investimento, anunciada pela Anadarko no dia 18 de Junho em curso, torna-se na segunda decisão mais onerosa a seguir ao projecto Arctic LNG-2, na Rússia, e a maior de sempre no sector do petróleo e gás na África subsaariana.

 

Moçambique no topo de produção de gás ao nível do mundo

Moçambique é o 13º país no mundo com mais reservas de combustíveis fósseis. A região norte do Rio Rovuma, na província de Cabo Delgado, é a mais promissora para o desenvolvimento do sector de óleo e gás no país com reservas de 33 a 38 trilhões de pés cúbicos de gás natural recuperável ao longo da costa na bacia do Rovuma.

O projecto de pesquisa e exploração da bacia do Rovuma é liderado pelas empresas, Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), Anadarko Petroleum e pela Ente Nazionale Idrocarburi (ENI). Além das previamente citadas, outras grandes companhias como a Exxon Mobil, a Sasol Petroleum International, Petronas, Mitsui & Co também estão envolvidas no projeto.

O valor do investimento actual gira em torno de US$ 25 bilhões (duas vezes o PIB de Moçambique) para o desenvolvimento de uma cadeia de valor que inclui desde implantação das indústrias à centros de gaseificação. A produção de gás natural em Moçambique vai tornar o país num pólo energético de África. 

Com estas descobertas, se confirmado a presença de quantidades comerciais de gás natural, o próximo passo para o seu desenvolvimento será a finalização de um acordo com o governo de Moçambique, que conduzirá o desenvolvimento e a operação de instalações de gás natural liquefeito e de terminais de exportação.

DECORRE A SUBSCRIÇÃO DA OFERTA PÚBLICA DE VENDA DA HIDROELÉCTRICA DE CAHORA BASSA

hcbA subscrição da Oferta Pública de Venda (OPV) de 2,5% da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), decorre de 17 de Junho a 12 de Julho de 2019, para 680 milhões de acções a três Meticais cada.

Trata-se da primeira fase de venda de 7,5% do capital da HCB dirigida a cidadãos e empresas moçambicanas, decorrendo o apuramento a 17 de Julho e a liquidação no dia seguinte.

Segundo agência de informação portuguesa Lusa, a admissão a cotação está marcada para 22 de Julho e ainda não há data para dispersão do restante 5% de capital.

A operação vai ser liderada por um consórcio constituído pelo Banco Comercial e de Investimentos (BCI) e Banco BIG.

"A decisão dos accionistas coloca à disposição dos moçambicanos uma soberba oportunidade de adquirir acções de uma empresa próspera e saudável", naquela que será a "maior operação em bolsa" jamais realizada em Moçambique, referiu Pedro Couto, presidente do conselho de administração da HCB, durante o anúncio da operação, em maio.

Esta será a quinta OPV da Bolsa de Valores de Moçambique (BVM), que existe há 20 anos.

A BVM tem oito empresas cotadas e no primeiro trimestre deste ano transaccionou o equivalente 9,8 milhões de euros, atingindo no final do período uma capitalização bolsista total acumulada de 1,263 milhões de euros (cerca de 9% do Produto Interno Bruto de Moçambique).

A HCB tem vendas fixas contratadas de 1.100 megawatt (MW) por ano à eléctrica sul-africana Eskom, 300 à Electricidade de Moçambique (EDM) e 50 à companhia eléctrica estatal da Zâmbia (Zeza).

Entre os destaques recentes apresentados pela administração está o aumento de receitas em cerca de 43% em 2018, resultado da revisão em alta dos preços acordados com a África do Sul.

A HCB acena ainda aos investidores com um histórico de lucros, um balanço praticamente livre de quaisquer ónus e uma política de dividendos que distribui 25% dos resultados pelos accionistas.

Situada no rio Zambeze, na província de Tete, centro de Moçambique, a barragem de Cahora Bassa - sobre a qual assenta a empresa - é a maior da África Austral, cuja construção foi iniciada em 1969, ainda no período colonial, e que entrou em operação em 1977.

O Estado detém 85% das acções da HCB, 7,5% pertencem à redes Energéticas Nacionais (REN), empresa de transporte de energia de Portugal e outros 7,5% são acções próprias.

Radiografia do Sector Bancário em Moçambique 2014

EstudoPara oferecer uma análise qualitativa e quantitativa da dimensão do sector bancário moçambicano e promover a transparência no sector bancário, a Associação Moçambicana

Continuar

AMB Formaliza Acordo de Apoio Financeiro com FECOP para PME’s

Assinatura FundoAssociação Moçambicana de Bancos (AMB) rubricou, no dia 9 de Outubro de 2014, na Cidade de Maputo, com “O Camões” - Instituto de Cooperação e da Língua Portuguesa e com o Instituto para a Promoção das Pequenas e

Continuar

Contacto

Rua da Imprensa 265
Prédio 33 Andares
4º Andar, Porta 415
Maputo - Moçambique
Tel: (+258) 21 310818
Email: ambancos@teledata.mz