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Na queda de três lugares no ambiente de negócios: Empresários alegam o problema da implementação das reformas enquanto o Governo fala de aceleração dos outros

CTAMoçambique caiu três lugares no ranking mundial que avalia o ambiente de negócios ao ocupar a posição 138 no mais recente relatório anual do Banco Mundial, Doing Business 2020.

Moçambique registou melhoria em metade dos 10 indicadores avaliados pelo Banco Mundial no relatório Doing Business 2020, onde o destaque vai para a abertura de empresas, obtenção de alvarás para construção, electricidade, registo de propriedade e resolução de insolvência.

Nos restantes indicadores, nomeadamente, a obtenção do crédito, protecção dos investidores minoritários, pagamento de impostos, comércio internacional e execução de contractos, não houve alteração na pontuação. Mas, no geral, as condições para realizar negócios pioraram.

O país caiu três posições, ocupando o lugar 138 na presente edição, após a posição 135 na edição anterior, indica o relatório Doing Business 2020, que coloca a Nova Zelândia como a melhor economia do mundo para se fazer negócio e Somália como a pior.

À excepção da Guiné-Bissau, os restantes países lusófonos registaram quedas na avaliação anual do Banco Mundial. Portugal é o melhor classificado, ocupando a posição 39, seguido do Brasil, enquanto Angola é o pior país da lusofonia no ranking, estando na posição 177.

O Doing Business avalia 190 países, sendo que as classificações são determinadas com base na média entre as pontuações dos 10 indicadores. No global, os países avaliados realizaram 294 reformas para melhorar o ambiente de negócios, entre Maio de 2018 e Maio de 2019.

De acordo com o jornal “O País”, para a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), Moçambique caiu três lugares no Doing Business por deficiências na aplicação das reformas aprovadas em 2018 pelo Governo.

O sector privado não nega que tenham sido criadas reformas suficientes para que Moçambique subisse no ranking do Doing Business 2020 do Banco Mundial. Mas assinala que o problema está na implementação das mesmas entre o empresariado e o Governo.

Os empresários moçambicanos estão apreensivos com esta descida de Moçambique no ranking. Temem os efeitos disso na atracção do investimento externo.

A Confederação das Associações Económicas de Moçambique defende que todos os intervenientes do ambiente de negócios arregacem as mangas para tirar o país da posição 138 no Doing Business 2021.

Entretanto, segundo a nossa fonte, o Ministro da Industria e Comércio, Ragendra De Souza,  disse que o ambiente de negócios não piorou em Moçambique. "Os outros é que, talvez, foram mais velozes e por isso perdemos três lugares" , disse Ragendra De Souza tendo assinalado que o relatório ignorou alguns aspectos em que o país melhorou.

Na verdade, o relatório do Doing Business 2020 reconhece que Moçambique até  registou algumas melhorias no fazer negócios, mas ainda persistem algumas barreiras que não permitiram a subida do país.

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