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AMB Formaliza Acordo de Apoio Financeiro com FECOP para PME’s

Assinatura FundoAssociação Moçambicana de Bancos (AMB) rubricou, no dia 9 de Outubro de 2014, na Cidade de Maputo, com “O Camões” - Instituto de Cooperação e da Língua Portuguesa e com o Instituto para a Promoção das Pequenas e

Médias Empresas (IPEME), um apoio financeiro avaliado em cerca de 13.5 Milhões de Euros, equivalente a cerca de 25 Milhões de Meticais.

A verba foi concedida no âmbito dos acordos rubricados entre Moçambique e Portugal, para a Prestação de Apoio Financeiro através do Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento com o Banco Internacional de Moçambique (BIM) e a Associação Moçambicana de Bancos que estabelecem termos e condições do apoio financeiro a prestar pelo Fundo Empresarial da Cooperação Portuguesa (FECOP) que foram assinados ao mais alto nível em Maputo durante a visita do primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, a Moçambique.

Perante o Ministro da Indústria e Comércio, Armando Inroga e Embaixador de Portugal, José Augusto Duarte, assinaram os documentos de apoio financeiro pela AMB José Alberto Mussane – Secretário-Geral, pelo IPEME Claire Mateus Zimba - Director-Geral e pela Cooperação Portuguesa Miguel Girão de Sousa.

Os documentos que permitem a operacionalização do plano foram igualmente, rubricados pelo Banco Internacional de Moçambique (BIM), Banco Comercial e de Investimentos (BCI), Moza Banco e pelo Banco Único.

Falando na cerimónia de assinatura do acordo, Armando Inroga disse que "a cooperação assegura que, a nível intermédio, as Pequenas e Médias Empresas possam ter um instrumento que as dá capacidade de intervenção de prestação de serviços e possibilita abrirem-se para as oportunidades que possam surgir com parceiros portugueses que veem a Moçambique".

"Este sistema traz dois instrumentos de operacionalização: um, é ter a possibilidade de ter uma percentagem de garantia que as empresas, não tendo, podem obtê-la por conta deste financiamento, que é perto de 33 por cento", enquanto as associações vão ter um financiamento de "até 80 por cento", disse.

O titular da pasta da indústria e Comércio em Moçambique explicou que "as associações e microempresas que estejam numa situação de obter financiamento, porque têm um projecto 'bancável' e que não tenham condições para o obter, encontram por parte do banco a possibilidade de serem financiado tendo a garantia deste fundo que é posto à disposição para cobrir este diferencial de garantia que as empresas não têm".

"Portanto, isso aparece como uma almofada às condições que os indivíduos, as empresas e associações possam precisar para obter créditos do sistema bancários e que não tenham as condições tradicionais que os bancos exigem", assinalou.

Ainda não está definido o número de empresas a ser financiadas, pois isso "vai depender da dinâmica individual", acrescentou Armando Inroga.

Por seu turno, o embaixador de Portugal em Moçambique, José Augusto Duarte, considerou importante a disponibilização do fundo, sobretudo, "numa altura em que se regista a redução efectiva da despesa pública" em Portugal.

"A libertação de crédito (numa altura destas) significa o quão confiante está o Estado e a sociedade portuguesa no sucesso de Moçambique e na capacidade de os moçambicanos fazerem deste um país diferente", afirmou José Augusto Duarte.

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