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Banco de Moçambique mantém as taxas de referência

bmmembroscpmow.jpgO Comité de Política Monetária (CPMO) do Banco de Moçambique (BM) decidiu, no dia 31 de Outubro de 2019, em Xai-Xai, manter a taxa de juro de política monetária, taxa MIMO, em 12,75%. Decidiu, igualmente, manter as taxas da Facilidade Permanente de Depósitos (FPD) e da Facilidade Permanente de Cedência (FPC) em 9,75% e 15,75%, respectivamente, bem assim os coeficientes de Reservas Obrigatórias (RO) para os passivos em moeda nacional e em moeda estrangeira em 13,00% e 36,00%, respectivamente.

Segundo um comunicado de imprensa emitido pelo BM, a decisão de manter a taxa MIMO é fundamentada pelos receios de que o agravamento recente dos riscos internos e externos possa, a médio prazo, reverter o perfil actual de inflação baixa e estável. Os riscos que mais se destacam nessa avaliação são, a nível doméstico, o agravamento da instabilidade militar nas zonas norte e centro do país, e a ocorrência de choques climatéricos; e, a nível externo, a intensificação da tensão comercial e geopolítica.

Não obstante o agravamento desses riscos, prevê-se que a inflação para o médio prazo continue baixa e estável. Tal previsão assenta na expectativa de estabilidade do Metical, num ambiente de baixa procura agregada doméstica, e nas perspectivas de queda dos preços médios internacionais do petróleo e dos alimentos. A estabilidade cambial no médio prazo funda-se nas expectativas dos influxos de moeda externa para financiar a reconstrução pós-desastres naturais e os decorrentes dos projectos de exploração de recursos naturais. Dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram que, desde Fevereiro de 2019, a inflação de Moçambique tem vindo a desacelerar, até se situar em 2,0%, em Setembro.

Prevê-se que a actividade económica recupere a partir de 2020, posicionando-se, ainda assim, abaixo do seu potencial, no médio prazo. Informação recente do INE mostra que o PIB continuou a abrandar no II trimestre, ao situar-se em 2,3%, após 2,5% no trimestre anterior. Entretanto, perspectiva-se que a actividade económica poderá vir a melhorar a partir de 2020, suportada, essencialmente, pelos esforços de reconstrução pós-ciclones, por uma maior disponibilidade de fundos por parte do Estado e pela implementação dos projectos de exploração de gás.

As reservas internacionais do país mantêm-se em níveis confortáveis. Comparativamente ao último CPMO, as reservas internacionais brutas aumentaram para USD 3.902,7 milhões, em face da recente entrada de mais-valias para o Estado, propiciando a cobertura de mais de 6 meses de importações, excluindo grandes projectos.

A dívida pública interna continua a aumentar. Desde o último CPMO, a dívida pública interna contraída com recurso a Bilhetes do Tesouro, Obrigações do Tesouro e adiantamentos do Banco de Moçambique aumentou para 140.610 milhões de meticais, reflectindo a utilização de Bilhetes do Tesouro em cerca de 4 milmilhões de meticais. Os montantes acima não tomam em consideração outros valores da dívida pública interna, tais como contratos de mútuo e de locação financeira, assim como responsabilidades em mora.

Em face da sua avaliação sobre o futuro, cresce a preocupação do CPMO quanto à evolução dos riscos e incertezas subjacentes às projecções de inflação. Deste modo, o CPMO continuará a monitorar os indicadores económico-financeiros e os factores de risco, e não hesitará em tomar as medidas correctivas necessárias antes da sua próxima reunião ordinária, agendada para o dia 12 de Dezembro de 2019.

Na queda de três lugares no ambiente de negócios: Empresários alegam o problema da implementação das reformas enquanto o Governo fala de aceleração dos outros

CTAMoçambique caiu três lugares no ranking mundial que avalia o ambiente de negócios ao ocupar a posição 138 no mais recente relatório anual do Banco Mundial, Doing Business 2020.

Moçambique registou melhoria em metade dos 10 indicadores avaliados pelo Banco Mundial no relatório Doing Business 2020, onde o destaque vai para a abertura de empresas, obtenção de alvarás para construção, electricidade, registo de propriedade e resolução de insolvência.

Nos restantes indicadores, nomeadamente, a obtenção do crédito, protecção dos investidores minoritários, pagamento de impostos, comércio internacional e execução de contractos, não houve alteração na pontuação. Mas, no geral, as condições para realizar negócios pioraram.

O país caiu três posições, ocupando o lugar 138 na presente edição, após a posição 135 na edição anterior, indica o relatório Doing Business 2020, que coloca a Nova Zelândia como a melhor economia do mundo para se fazer negócio e Somália como a pior.

À excepção da Guiné-Bissau, os restantes países lusófonos registaram quedas na avaliação anual do Banco Mundial. Portugal é o melhor classificado, ocupando a posição 39, seguido do Brasil, enquanto Angola é o pior país da lusofonia no ranking, estando na posição 177.

O Doing Business avalia 190 países, sendo que as classificações são determinadas com base na média entre as pontuações dos 10 indicadores. No global, os países avaliados realizaram 294 reformas para melhorar o ambiente de negócios, entre Maio de 2018 e Maio de 2019.

De acordo com o jornal “O País”, para a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), Moçambique caiu três lugares no Doing Business por deficiências na aplicação das reformas aprovadas em 2018 pelo Governo.

O sector privado não nega que tenham sido criadas reformas suficientes para que Moçambique subisse no ranking do Doing Business 2020 do Banco Mundial. Mas assinala que o problema está na implementação das mesmas entre o empresariado e o Governo.

Os empresários moçambicanos estão apreensivos com esta descida de Moçambique no ranking. Temem os efeitos disso na atracção do investimento externo.

A Confederação das Associações Económicas de Moçambique defende que todos os intervenientes do ambiente de negócios arregacem as mangas para tirar o país da posição 138 no Doing Business 2021.

Entretanto, segundo a nossa fonte, o Ministro da Industria e Comércio, Ragendra De Souza,  disse que o ambiente de negócios não piorou em Moçambique. "Os outros é que, talvez, foram mais velozes e por isso perdemos três lugares" , disse Ragendra De Souza tendo assinalado que o relatório ignorou alguns aspectos em que o país melhorou.

Na verdade, o relatório do Doing Business 2020 reconhece que Moçambique até  registou algumas melhorias no fazer negócios, mas ainda persistem algumas barreiras que não permitiram a subida do país.

AMB apoia à reconstrução do Hospital Cetral da Beira pós ciclone Idai num montante total de 34.5 milhões de Meticais

ambhcb.jpgCatorze Bancos filiados na Associação Moçambicana de Bancos (AMB) - Millennium bim, Standard Bank, Mozabanco, Barclays, BCI, Letsengo, Bayport, Banco Único, Banco Mais, SOCGEN, My Bucks, First Capital Bank, Socremo e UBA contribuíram com um donativo total de 34,5 milhões de meticais, para a reabilitação de secções importantes do Hospital Central da Beira que foram drasticamente afectadas pelo Ciclone IDAI.

A reconstrução é implementada pela ONGD - HEALTH4MOZ sob coordenação do Gabinete de Reconstrução Pós Ciclone Idai, e abrange áreas como o Banco de Sangue e Imagiologia, a Psiquiatria, o Centro Ortopédico, a Direcção e o Banco de Socorro/Ginecologia.

A AMB correspondeu, assim, à iniciativa de apoiar as obras reconstrução de alguns Blocos do Hospital Central da Beira, nomeadamente, o Banco de Sangue e Imagiologia, Psiquiatria, Centro Ortopédico, Direcção e Banco de Socorro/Ginecologia.

Para materialização deste propósito, a AMB assinou no dia 17 de Outubro do ano em curso, um Memorando de Entendimento com a ONGD - HEALTH4MOZ e com o Gabinete de Reconstrução Pós Ciclone Idai, com o objectivo de estabelecer os termos e condições para a implementação e coordenação das actividades de contratação da empreitada, fiscalização da obra e utilização dos fundos a serem disponibilizados via AMB, cujo processo se realizará em conformidade com as regras de transparência e legislação aplicável.

O acordo foi rubricado pelo Dr. Teotónio Comiche e Dr. Rui Manuel Barro, Presidente e vice-Presidente da AMB, respectivamente, pelo Dr. Luis Almeida Administrador da Health4Moz e pelo Eng. Francisco Pereira, Director Executivo do Gabinete de Reconstrução Pós Ciclone Idai no âmbito de acompanhamento e fiscalização das obras e utilização dos fundos.

De acordo com o cronograma estabelecido, foram definidas duas fases de construção, sendo a primeira, constituída por Banco de Sangue e Bloco de Imagiologia, cuja entrega será feita ainda este ano; e a segunda, dos blocos de Psiquiatria, Centro Ortopédico, Direcção e Banco de Socorro/Ginecologia, até ao I trimestre de 2020.

A Direcção da AMB aproveitou a oportunidade para enaltecer o trabalho incansável da HEALTH4MOZ e do Gabinete de Reconstrução Pós Ciclone Idai em todo este processo, e agradeceu aos seus Associados pelos valorosos contributos financeiros e empenho para que este Acordo fosse materializado.

Benjamim Chabualo

Assessor de Comunicação e Imagem da AMB

Prime Rate cai pelo terceiro mês consecutivo

metical262018Depois de Julho e Agosto, o Banco de Moçambique e a Associação Moçambicana de Bancos (AMB) voltar a mexer na taxa Prime Rate do sistema financeiro nacional, fixando-a em 18,30% neste mês de Setembro, uma redução em 20 pontos base face a do mês anterior.

Entende-se como Prime Rate, a taxa aplicada às operações de crédito entre as Instituições de crédito e sociedades financeiras com os seus clientes. A esta taxa é adicionada ou subtraída uma margem (spread), mediante a análise de risco de cada tipo de crédito.

Esse indicador funciona como base para a fixação da taxa de juro de referência (taxa MIMO), que torna o dinheiro mais caro ou barato na banca. Jornal “O Pais”  

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